Documentários

O documentário de longa metragem O Cineasta da Selva, de Aurélio Michiles, conta a saga de Silvino Santos, portugues que chegou ao Brasil em 1900 com 13 anos de idade, fixando-se em Manaus e tornando-se um dos pioneiros do cinema no país. Silvino documentou várias expedições pelo Amazonas, assim como primeiros contatos com tribos indígenas. Realizou também vários documentários, e neste filme foi feita pelo diretor uma ampla pesquisa e a digitalização de inúmeras imagens originais de Silvino Santos. Trilha composta em colaboração com o saxofonista e flautista Teco Cardoso, foi lançado posteriormente em CD, sendo a primeira experiencia em Dolby Surround do país nesse formato. Nesta trilha tivemos as participações de Marlui Miranda e Eugénia Melo e Castro.

 

O documentário de média metragem, Feito Torto Prá Ficar Direito, de Bhig Villas-Boas, percorre todo o litoral brasileiro, assim como os principais rios do país, discorrendo sobre a arte informal da construção naval popular brasileira, que conta com 4 séculos de tradição. Narrado e comentado por Amir Klink e com depoimentos de construtores e estudiosos do assunto, o documentário ganhou o premio de melhor filme no Festival EcoFalante em 2018. Para este trabalho eu fiz uma extensa pesquisa dos vários estilos musicais que existem nas regiões em que foram captadas as imagens e trabalhei com esse material como matéria prima, imprimindo minha própria identidade musical.

O documentário longa metragem retrata a vida de Cosme Alves Netto, uma das mais importantes figuras do cinema brasileiro, responsável pelo conservação e recuperação de diversas obras nacionais, entre as quais 'Cabra Marcado Pra Morrer' de Eduardo Coutinho. Também foi curador da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro por mais de duas décadas. E, por tudo isso, foi preso e torturado durante a Ditadura Militar.

 

 

 

 

 

O documentário de Aurélio Michiles narra a saga da tribo Krenakarore e retrata a violenta mudança no destino dos índios após seu contato com os "homens brancos". Ainda é possível ver depoimentos do antropólogo Darcy Ribeiro, do economista Roberto Campos, do ex-presidente da Funai general Ismarth de Araújo, de indigenistas e jornalistas. Falam também os sertanistas Orlando e Cláudio Vilias-Boas, os primeiros brancos a entrarem em contato com os krenakarore, que relatam sua busca aos índios e posteriores esforços para preservá-los. Realização: Instituto Socioambiental, 1995

 

 

 

 

Filme de Marcos Santilli sobre a mineração de cassiterita no garimpo Bom Futuro

Filmes

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CRISTO PROCURADO

O Evangelho segundo os oprimidos Duração; 11 m. Prêmio "Sol de Ouro" e prêmio Especial do Júri "Sol de Prata" VI Rio Cine Festival--1990 Prêmio melhor curta de animação New York Shakespeare Festival -- 1991 Melhor curta de animação da Jornada Internacional de Cinema da Bahia Prêmio da OCIC -- Organização Católica Internacional de Cinema Prêmio Coral no Festival Internacinal do Novo Cinema Latino Americano -- Havana -1991 Participou dos Festivais de Espinho, Montreal, Ottawa,Bombaim, Cartagena, Hiroshima, Stutgart, Annecy e Madri. No Brasil participou de diversos festivais, ente eles o de Gramado e da Jornada de Animação da Paraíba. Uma animação de Rui de Oliveira

 

 

 

A GRANDE NOITADA

Um rico industrial, Tristão Roque Brasil, vivido por Othon Bastos, amarga uma derrota fragorosa nas eleições para prefeito. Quando sua empresa quase lança no mercado um produto estragado, Tristão tem um princípio de enfarte. Em casa, a vida de Tristão é ainda mais decepcionante. A esposa o trata com frieza e seus filhos só querem seu dinheiro. A única alegria está nos momentos que passa assistindo a óperas. Rumando solitário para a récita de 'Elixir do Amor', Tristão encontra Mimi, uma manicure que o leva para o que seria sua primeira relação extraconjugal. E, em meio à noitada, Tristão tem um novo ataque, desta vez fatal. Morto na casa da manicure, torna-se um inconveniente problema: Mimi está em liberdade condicional.

 

Último filme de Denoy de Oliveira, nele tive a incumbência de não só reproduzir óperas conhecidas como criar toda a atmosfera do filme e orquestrar músicas originais de Denoy para serem cantadas por Othon Bastos, Silvia Pompêo e Cida Moreira.

 

Direção: Denoy de Oliveira

Roteiro: Denoy de Oliveira

Elenco: 

Música: Caíto Marcondes

Prêmio Especial da Crítica e Ator Coadjuvante Augusto Pompêo, XXX Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, DF, 1998

Premiações

Tendo sido indicado para premiações em diversos festivais, como Brasília, Gramado e Rio de Janeiro, fui premiado duas vezes como melhor trilha sonora original com o curta de ficção Frio na Barriga, de Bhig Villas-Boas e o curta documentário Canabraba, de Reinaldo Volpato (indisponível), ambos no Rio Cine Festival.

Frio na Barriga é estrelado por Ismael Ivo e Marina Mesquita e como não tem diálogos, a música pontua e completa a emoção de cada cena, principalmente no vigoroso 'pas de deux' dos personagens.

Para fechar, executo um solo de piano acústico.